segunda-feira, 25 de maio de 2015

Desenho meu amigo diferente é especial por que...





 


 minha amiga Gabi quando tinha sete anos a perna dela parou de crescer ai ela teve que ir de andador para a escola, agora a perna dela parou de crescer de novo e ela vai ter que fazer outra cirurgia.
Jhiovana Caroline 6° ano J Escola José Ezequiel de Souza




 A minha amiga bete não consegue ver, ela nunca viu nada porque a mãe dela disse que ela nasceu assim, mas eu amo muito ela assim mesmo e agente se diverte muito.
  Juliana ferreira  5° ano Escola Santa Luzia









Entrevista com Talita Arias professora do GID do colégio jardim das nações em taubaté.


  • Você trabalha ou ja trabalhou com alguma criança especial? Oque ela tinha?
Este ano não estou trabalhando com crianças especiais, mas todo ano temos crianças portadoras de síndrome de down, autismo, deficientes físicos... é mais normal do que as pessoas geralmente pensam.

  • Qual é a maior dificuldade de lidar com esse tipo de criança?
A parte mais difícil é a interação com os colegas, muitas vezes as crianças especiais passam tanto tempo sozinhas que acabam não sabendo omo lidar com os colegas de classe, sem contar os que vivem num mundo só deles como os autistas.

  • E como vocês lidam com esses casos?
Nós propomos muitas atividades em grupo ou em dupla, tanto para os especiais como para os regulares acaba sendo uma atividade estimulativa e com o passar dos dias eles nem se lembram que existe alguma diferença.

  • Como as crianças lidam com o primeiro contato com uma criança não- regular?
Quando vamos receber uma criança com necessidades especiais na escola primeiramente preparamos o psicológico das crianças que já frequentam a escola para que não seja um choque para nenhuma das duas partes.
No primeiro dia tem alunos que agem normalmente e tratam o novo colega como os demais, porém alguns demoram algum tempo para se sociar as diferenças.

  • Como vocês lidam com esses alunos? Qual o melhor meio de ajudá-los a aprender?

Tem dois fatores primordiais: é você conhecer a criança, o que ela gosta como ela é,
como ela aprende, e amar, eu acho que não tem outra forma, o amor passa por tudo isso.
Nesse sentido, fica evidente que o professor tem que ir além do conhecimento teórico, pois é
preciso percepção e sensibilidade para identificar as necessidades dos alunos.

  • Houve casos de crianças que não se adaptaram à escola e pararam de frequentá-la?
Já, infelizmente. No caso a criança possuía autismo e estava numa fase bastante agressiva, em meio a um surto acabou machucando um dos colegas. Então os pais resolveram que ainda não era hora de iniciar a educação regular da criança.